segunda-feira, maio 30, 2005
ILHOTOPIA- porção de utopia rodeada de água brava por todos os lados
O barbudo dos samoyedos. Pela manhã vejo-o, na direcção do rio, pelos lados da rua do Ouro. Vejo-o e depois ouço-o, de cantilena em riste, silvando Zeca Afonso. Para a multidão, notas de uma vila fraterna a meio caminho do sul.
À tarde, pela hora do cansaço, vejo-o porque o ouço, a assobiar invariavelmente acordes de um longínquo chão que jurámos ter por companheiro.
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1 comentário:
água brava o mar que enrola na areia e de que ninguém sabe o que ele diz
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