quinta-feira, julho 07, 2005

Londres, bombardeamentos

No espectáculo As Aventuras de Celestino Ventura no Século da Lua que construimos para o Teatro Bar - e que voltará na próxima temporada - a certa altura ouvia-se, caiem bombas sobre Londres. E falava-se do rasto de destruição que os aviões nazis deixaram por toda a cidade. Os tempos mudaram. Já não há as anti-aéreas, o silvar das sirenes, a escuridão que antecede o relampejar das bombas. Há o interior das nossas cidades que implode. Serão mesmo nossas as cidades que habitamos? E implodem de quê?

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