segunda-feira, fevereiro 20, 2006

As letras são capazes de Minimalismos As janelas Ajudam a palavra Basta falar de frente para um vidro embaciado E depois escrever-te Na transparência Tem(s) é de ser só uma vez E só uma palavra

1 comentário:

Morpheu disse...

E que letras somas tu
nas gotículas quentes
que depositas sobre
a transparência do vidro?
Será, numa palavra
só, como queres,
o calor de um olá
a esperança de um até
ou o frio das noites
sem estrelas ou luar
predito num gélido e seco
adeus.

... voltei a atacar... não consegui resistir. Já tinha passado por este teu poema várias vezes mas hoje ao relê-lo não consegui realmente resistir.

Bj