Não sei pensar-me sem a experiência da
dor. Ou melhor, não sei pensar a minha liberdade sem a experiência de uma falha que de tempos a tempos se abre e me dói. A minha dor sou eu a pensar nas coisas. Só que elas não deixam de doer quando eu não penso nelas.
Pelo contrário, doem-me mais.
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