quarta-feira, julho 13, 2005

A morada

A morna diz que o mar é morada de saudade. Tu não sabes, mas sempre que faço um barco de papel é para te levar à tua terra, para lá da água toda. Para atravessar o mar que já te separava dela antes de eu nascer. E acabar com a tristeza na saudade.

3 comentários:

Amélie Poulain disse...

A veces las palabras recorren oceános y a veces llegan a un lugar para quedarse, incluso en otra lengua.

miguel disse...

Maaaar é morada dji sôdaaadjii...
(grande Tété alhinho!)
;-)

maresia disse...

disse que partia para sempre, que desta vez não voltava. vi o mar afastá-lo de mim, o mar que sempre me une a tudo, e desejei que o barco o levasse antes ao fundo.