sábado, abril 21, 2007

Errância

Esperar a noite. Há uma inquietude. Como se fosse uma brisa. Tudo isto, se não fosse assim, poderia ter sido de outra maneira. Há um travo de angústia, como se fosse uma pequena malagueta incorporada no espírito. As histórias mais bonitas são as que nos dão mais vontade de chorar. Outros que não nós merecem-se na certeza. Nós fomos feitos para isto, para errar. Errantes.

2 comentários:

Cristina GS disse...

Errante? O teu caminho parece bem traçado...

Anónimo disse...

Hoje sinto esse travo de malagueta, essa angustia, pelo caminho que hoje sigo ser um tão diferente do esperado, tão errante, caotico, indefinido e louco, sem mapa, caminho de chegada ou destino. Errei, dei-me a esse direito, foi o preço que paguei por querer viver. Vou errar ainda mais, é a minha sina...
Maria João