quinta-feira, março 13, 2008

Dançando

Nunca pensei que um post assim, sem uma palavra, só com uma imagem, pudesse ser tão intimo, falar tanto acerca da volúpia, do desejo, da massa, do voo rasante sobre a alquimia. Vejo o invisível. A luz da manhã. A claridade nocturna que une a carne, o músculo, a própria baba. É tão perscrutador que baixo os olhos, envergonhado, como se estivesse todo nu.

6 comentários:

A indecisa disse...

Faz-me lembrar Matisse

a rapariga que vinha da província disse...

é Matisse, está no MOMA e tu tens razão, jpn, fala por si.

:)

Timor disse...

http://www.royalacademy.org.uk/exhibitions/from-russia/

Esta por ca outra da mesma serie ate 18 Abril. Vi-a ha muitos anos em Leninegrado no Hermitage e nunca mais me esqueci. Acho que foi o que me levou a ler a biografia de Matisse uns anos depois. Venham de visita (Rapariga, antes da nossa chegada).

A indecisa disse...

Cá onde Timor? Por acaso tenho livros com a biografia de alguns pintores, inclusive dele mas ainda não li (se fossem mais pequeninos :))

JPN disse...

és indecisa ou distraída? eheheheh.
:)

A indecisa disse...

Bem...talvez tenha os dois adjectivos... mas para o nick timor pensei que tivesse a vêr com os Olivais e dado que ela disse ter estado há uns anos na russia fiquei na dúvida se estaria ou não lá, embora noutra cidade.